Eles querem mesmo comer tudo
O líder da SFP – Seita Fascista de Portugal (legalmente registada como Chega) anunciou hoje a existência de uma lista conjunta com o PSD para o Conselho de Estado. Também reafirmou que o PSD e a SFP chegaram a um acordo quanto aos “nomes para o Tribunal Constitucional”.
Hugo Soares, líder parlamentar do PSD, está cada vez mais igual ao líder da Seita Fascista de Portugal. A escola de ambos foi a mesma (o PSD).
Citando Guerra Junqueiro, ambos sabem que os portugueses são “um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas”.
Mas, como não há mal que sempre dure, os portugueses um dia destes vão “atirar a albarda ao ar”.
Os portugueses são, dizia Guerra Junqueiro, “um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai; um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom, e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que um lampejo misterioso da alma nacional, reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta”.
Mas, como não há mal que sempre dure, os portugueses um dia destes vão “atirar a albarda ao ar”.
Hugo Soares, Luís Montenegro e os seus amigalhaços da Seita Fascista de Portugal sabem que em Portugal existe – citando Guerra Junqueiro – “uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula, não discriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha, sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima, descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas, capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação, da violência ao roubo, donde provém que na política sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos”.
Mas, como não há mal que sempre dure, os portugueses um dia destes vão “atirar a albarda ao ar”.
Luís Montenegro e Hugo soares e os seus amigalhaços da Seita Fascista de Portugal sabem que em Portugal existe – citando Guerra Junqueiro – “um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo; este criado de quarto do moderador; e este, finalmente, tornado absoluto pela abdicação unânime do País”.
Mas, como não há mal que sempre dure, os portugueses um dia destes vão “atirar a albarda ao ar”.








