E qual será a recompensa para a Maria (João Avillez)?
Estou, sinceramente, a gostar de ver. Uma regra fundamental do Jornalismo (interpretativo ou não) diz, ou dizia, que se o jornalista não procura saber o que se passa é um imbecil, e que se sabe o que se passa e se cala é um criminoso.
Creio que a imprensa livre, quando existe, é de facto um pilar da democracia. O problema está quando, como parece ser também um facto em Portugal, a democracia não existe, ou existe de forma coxa e apenas formal.
Recordo-me de um deputado que roubou gravadores aos jornalistas, no caso Ricardo Rodrigues, do Partido Socialista, e de um ministro (Miguel Relvas) que – segundo o meu “jornalismo interpretativo” – queria domar (como advogava Fernando Lima, conselheiro de Cavaco Silva) os jornalistas.
A liberdade de imprensa, embora os donos dos jornalistas e os donos dos donos digam o contrário, não passa de uma miragem. Recordem as mais impolutas figuras de governos socialistas no reino tuga, José Sócrates e Augusto Santos Silva, ou da equipa do regime social-democrata, Passos Coelho e Miguel Relvas.








